quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Educação Física: promovendo saúde com movimento


Educação Física

Bacharelado

É a promoção da saúde e da capacidade física por meio da prática de exercícios e atividades corporais. O bacharel ou licenciado em Educação Física organiza, executa e supervisiona programas de atividades físicas para pessoas ou grupos. Prepara crianças e adultos para as inúmeras modalidades de esporte. Auxilia no tratamento de portadores de defi- ciência, aplicando exercícios especiais. Pode trabalhar com grupos, em escolas, clubes e academias de ginástica, ou prestar atendimento individual, como personal trainer. É possível, ainda, atuar sozinho ou participar de equipes multiprofissionais com médicos, psicólogos e fonoaudiólogos. Para exercer a profissão é obrigatório o registro no respectivo conselho (Confef/Crefs). Para lecionar é necessário o diploma de licenciatura. Além de trabalhar na sala de aula, o licenciado elabora e analisa materiais didáticos como livros, textos, vídeos, ambientes virtuais de aprendizagem.

Pergunta do Vestibulando

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE?
Quem se forma em Educação Física terá matérias mais ligadas às áreas de Ciências Biológicas e da Saúde, preparando-se para uma atuação diretamente ligada ao ensino e à aplicação de atividades físicas para pessoas ou grupos, seja em ambientes escolares, seja em academias e centros esportivos. Já o bacharel em Esporte atua, basicamente, como técnico ou preparador físico de atletas ou de equipes nas modalidades esportivas. Em geral, esses profissionais disputam as mesmas vagas no mercado de trabalho.

O mercado de trabalho

Com a preocupação cada vez maior dos brasileiros em relação ao corpo e à saúde, o mercado de trabalho está em alta. Por esse motivo, ainda tende a crescer o número de frequentadores de academias de ginástica, umas das principais empregadoras dos bacharéis dessa área. Existem no país pouco mais de 17.400 academias registradas e 230 mil profissionais de Educação Física, segundo o Conselho Federal de Educação Física (Confef). É possível também trabalhar como personal trainer, oferecendo treinamento individual. Embora ainda de maneira inicial, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - que dão suporte ao time do Programa Saúde da Família (PSF), do governo federal - incluem esse profissional em suas equipes. Pode-se ingressar na carreira por meio de empresas, como Coca-Cola, Furnas e Pão de Açúcar, que promovem projetos de atividade física para seus funcionários. Clínicas e hospitais também estão em busca desses especialistas para alocá-los em projetos de manutenção do condicionamento físico dos pacientes. "O panorama hoje é muito mais amplo para o formado. Há alguns anos, ele só tinha como opção ser professor. Hoje pode escolher outras áreas, como as empresas de marketing esportivo e de equipamentos e moda esportiva, no teste de produtos, como tênis, bolas e outros", explica Wilson do Carmo Junior, coordenador do curso da Unesp de Rio Claro. Mas ainda é na área de ensino (Fundamental e Médio) que mais se concentram as oportunidades de trabalho formal. Para isso, é obrigatório fazer licenciatura. Como as grandes e médias cidades comportam as maiores escolas e academias, elas apresentam mais chances de trabalho. Existe, também, um aumento na procura do educador físico para atuar em recreação e estilos de vida saudáveis em estâncias, hotéis e academias de cidades menores. O turismo de aventura, segmento que cresce no país, abre mais oportunidades para o educador físico na coordenação e organização de práticas de esportes na natureza, como rapel, escalada, trekking e outros. 

Salário inicial: R$ 1.380,00 (São Paulo-SP); R$ 1.180,00 (demais municípios - SP); fonte: Sindicato dos Profissionais de Educação Física do Estado de São Paulo.

O curso

Durante o curso, o aluno encontra muitas matérias da área de biológicas, como anatomia, fisiologia e ortopedia. Aprende, ainda, estatística, administração e economia, afora disciplinas específicas, como desenvolvimento motor. Além do estágio obrigatório, algumas escolas exigem uma monografia de conclusão de curso. Para dar aula nos ensinos Fundamental e Médio, é preciso fazer licenciatura. 

Duração média: quatro anos. 

Outros nomes: Educ. Fís. (ciên. da atividade fís. e do esporte); Educ. Fís. (educ. fís. e desp.); Educ. Fís. (esporte esc.); Educ. Fís. e Esportes; Educ. Fís. e Motricidade Hum.

O que você pode fazer

Condicionamento físico

Auxiliar na realização de exercícios individuais como personal trainer e também em clubes, academias de ginástica ou empresas para melhorar as condições de saúde das pessoas.

Ensino

Dar aulas nos ensinos Fundamental e Médio.

Grupos especiais

Instruir e acompanhar idosos, gestantes, adultos e crianças deficientes, cardíacos e doentes em atividades físicas que beneficiem a saúde.

Performance

Orientar indivíduos e equipes nos processos de treinamento e competição nas modalidades esportivas competitivas olímpicas e não olímpicas.

Recreação

Entreter hóspedes, associados e turistas em hotéis, spas, clubes, condomínios e navios.

Terceiro setor

Gerenciar, implementar e desenvolver projetos sociais de inclusão esportiva.

Turismo ecológico

Coordenar atividades ao ar livre, como montanhismo e exploração de cavernas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

MPF proíbe Conselho Regional de Educação Física a exigir filiação

A justiça decidiu a após uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul (MPF/MS,) que o Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região (CREF11) não pode mais exigir formação superior em Educação Física dos professores de dança, capoeira, artes marciais e yoga de Mato Grosso do Sul e também não pode cobrar anuidades.
Contra essa exigência do diploma para os profissionais , o MPF considera que eles não ministram meramente atividades de Educação Física. Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Felipe Fritz Braga, ”além de defender a liberdade profissional dos instrutores de danças, capoeira, artes marciais e yoga, trata-se de tutelar formas de expressão cultural.
A decisão veio depois de denúncias que fiscais do Conselho, iam até as escolas para verificar se os professores das academias filiados ao CREF, as escolas eram notificadas caso alguns deles não fosse filiados. 

É um absurdo impedir um dançarino paraguaio de ensinar o chamamé; coibir uma árabe de família tradicional, que desde criança aprendeu com seus pais a dança do ventre, de ensiná-la a outras pessoas; impedir um pantaneiro de ensinar profissionalmente, às vezes até como meio de sustento, a dança siriri ou catira, ou o nordestino, o forró ou frevo” acrescenta Braga. 

O CREF11 recorreu da decisão e o processo aguarda julgamento do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Exigência de diploma aconteceu em 1998 onde a profissão foi regulamentada e o CFEF, passou a regulamentar a profissão e começaram a fiscalizar escolas de dança e yoga e academias de artes marciais e capoeira, exigindo que os instrutores fossem inscritos nos conselhos. 

Em março de 2009, a Justiça acatou o pedido do MPF e determinou a suspensão dessas cobranças, sob pena, em caso de descumprimento, de multa de cinco mil reais por infração. O CREF foi condenado ainda a devolver todos os valores indevidamente recebidos. O Conselho recorreu da decisão. Num primeiro momento, o recurso foi aceito pela Justiça, que suspendeu os efeitos da sentença favorável aos profissionais até o caso ser julgado pelo TRF-3. 
Entretanto, como a suspensão resultaria em significativo prejuízo aos professores de dança, capoeira, artes marciais e yoga, o Ministério Público pediu reconsideração da decisão. 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

5° CIRCUITO MARILIENSE DE MMA



Turma da FAIP no evento
As Faculdades FAIP-FAEF patrocinaram o 5º Circuito Mariliense de MMA, realizado no sábado, 11 de setembro de 2010, no Ginásio de Esportes do Marília Tênis Clube pelo Mestre Garcia, Academia Elite Sport Center.
A parceria junto a este evento proporcionou visibilidade ao Curso de Educação Física da FAIP, que iniciou sua primeira turma agora em agosto 2010, numa ação de Marqueting inédito, apresentou a proposta de um curso focada na multiplicidade e na seriedade da formação de um profissional completo na área.
O MMA é definido como uma modalidade de luta onde os esportistas não precisam seguir um estilo específico de arte marcial. Vem daí o nome “técnico” do esporte: Mixed Martial Arts (Artes Marciais Misturadas). O esporte possibilita ao praticante utilizar qualquer golpe ou técnica como o boxe, jiu-jítsu, caratê, judô, muay thai, entre outras. Ao contrário do que todo mundo acha, não “vale tudo” no MMA. O esporte vem evoluindo e profissionalizando-se de tal maneira que as regras estão cada vez mais rígidas. O intuito de toda esta evolução é preservar cada vez mais a integridade física do atleta. Os praticantes estão cada vez mais técnicos e preparados.

Participaram do evento 22 atletas de todo o estado de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Todos os atletas assinam um contrato, em que é vedada a participação de menores de 18 anos. Somente neste ano, a equipe de organização recebeu mais de 280 emails de lutadores interessados em participar da disputa. Esta 5ª edição do Circuito Mariliense de MMA contou com um público aproximado de 3.000 pessoas, compondo um ambiente familiar, totalmente organizado e numa infra-estrutura condizente a grandiosidade deste evento.

Entrevista com Competidores
Momentos antes do confronto